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Verão em pelo Uns 400.000 espanhóis praticam nudismo de forma habitual. Sem roupas, desfrutam da natureza e do Sol como peixes na água. Nus por direito.
Traseiros, cachetes e tatuagens de todas as idades e condições compartilham um dia de Sol, mar e corridas em pêlo na praia de Sopelana (Bizkaia). O importante é participar. Calcula-se que, na Espanha, mais de 400.000 pessoas praticam o nudismo de forma habitual, e o número cresce a cada verão. Há hotéis, campings, praias, espaços naturais, e incluem cruzeiros e vôos especiais, somente para nudistas. Há praias que celebram o Dia sem Roupas de Banho e atividades para nudistas, como corridas em pêlo... Mas, quem não já sentiu a tentação de livrar-se das roupas diante uma areia virgem? Quem não já pensou realmente em nadar em pêlo na água fria e cristalina do mar? Passear pela beira mostrando sem rodeios uns centímetros a mais, um milímetro sem esconder, uma casca de laranja incipiente ou umas formas afastadas de 90-60-90 sem que ninguém te julgue é a melhor maneira de afastar-se de complexos. A chave do nudismo é mostrar a mesma naturalidade que os têxteis, palavra que se usa para designar aos que usam roupas de banho na praia. “A gente se auto limita demasiado. Os nudistas tendemos a reunir-nos entre nós porque pensamos que seremos recharsados, mas logo vê que não acontece nada”, assegura Marcel Alsina, presidente do Clube Catalão de Nudismo. Da entidade que preside, a primeira de toda Espanha, se busca o “respeito social nas praias”, que em algumas vezes nota-se sua ausência. Jordi Casellas, de 30 anos, teve que ser atendido no hospital por causa das feridas que sofreu por parte de outros banhistas quando participava no Dia sem Roupas de Banho, em 15 de julho passado, na praia de Ponent de Mataró (Barcelona).
O respeito também é o eixo
da Associação para o Desenvolvimento Naturista da Comunidade de Madrid. Ismael Rodrigo, seu presidente, tem
isso claro:
“Se eu não obrigo ninguém a desnudar-se, tãopouco é de réplica que ninguém me
obrigue a me vestir”, afirma. Apesar de ser de secano, esta
associação com 16 anos de vida tem muita atividade. “Vivemos bem apesar de não
haver mar. Organizamos muitas atividades e uma excursão
mensal”, explica. “Além disso, há dois balneários urbanos e a piscina do
Clube de Campo que abrem mensalmente suas portas aos nudistas”, informa
orgulhoso. A Constituição de 1978 despenalizou o nudismo, mas os vetos morais somente se suprimiram com o Código Penal de 1989. Gheisa Viagens, a primeira agência espanhola especializada em férias naturistas, organizou, em 2004, o primeiro cruzeiro naturista da Europa. Koldo García, impulsor desta rama da agência, explica que apesar de que esta era uma modalidade ainda por explorar, tem mais de 40 reservas anuais para viajar ao exterior. “As pessoas vêm a perguntar onde se pode fazer nudismo na África ou na América”, assegura García, que também é membro fundador da Associação Naturista del País Vasco. No que todos concordam é em sinalizar a sintonía com a natureza que se logra com a nudez. E mesmo que seja por uma vez na vida, permita-se pensar que é Adão e Eva no Paraíso. fonte: http://www.diariometro.es/es/article/2007/08/21/11/5054-53/index.xml traduzido por Pedro Ribeiro |
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Republicação e atualização das notícias apresentadas na seção Últimas Notícias de 5 de agosto a 5 de setembro de 2007 |
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(enviado em 28/08/07 por CNA) Fim de Semana no Algarve
(enviado em 23/08/07 por André Herdy) Revista NATURISMO.ORG já está na rede
25 anos FEN, 30 anos CCN, 30 anos FPN (Federação Portuguesa), Artigo de Florencia sobre APANNA, dia sem broupas de banho, encontros de jovens, etc...
Não esqueça de promover nossa revista para que muitos mais possam conhecer nossa filosofia e atividades.
(enviado em 10/08/07 por Ismael Rodrigo)Evento em Portugal
(enviado em 10/08/07 por CNA- Clube Naturista do Algarve) |
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Agora, PREÇO PROMOCIONAL. Somente R$ 25,00 (até dezembro de 2007) |
Jornal Olho nu - edição N°83 - setembro de 2007 - ano VIII
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