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Nudez nos palcos brasileiros
Anúncios de jornais chamavam o público para um ‘‘espetáculo para a família’’. Mas as mulheres nunca estavam na platéia. As vedetes, muitas menores de idade, iam para o teatro acompanhadas das mães. Havia sessões todos os dias. Quinta, sábado e domingo, eram até cinco apresentações consecutivas.
O auge do gênero foi até a década de 1940. Depois, ganharam espaço o visual arrojado e as mulheres seminuas, perdendo terreno a crítica social. Foi a época de nomes que tiveram projeção nacional, como as vedetes Elvira Pagã, Mara Rúbia, Luz del Fuego e a preferida do presidente Getúlio Vargas, Virgínia Lane.
Texto de Claudio Ferreira, escrito para o Correio Braziliense, comentando o livro de Dilson Antunes: "Fora do sério — Um Panorama do Teatro de Revista no Brasil". Leia artigo completo em http://divirta-se.correioweb.com.br/livros.htm?codigo=566
(enviado em 8/05/07 por Jorge Barreto) |
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