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Republicação das mensagens apresentadas na seção Cartas Enviadas de 5 de outubro a 4 de novembro de 2005

Cartas para esta seção: cartas@jornalolhonu.com  

Informações sobre áreas naturistas

Gostaria também de obter informações sobre a existência de lugares naturistas próximos a cidades como Presidente Prudente, Assis, Marília, no estado de São Paulo e próximos a Londrina, Maringá, no Paraná.

Já enviei cartas para algumas associações, porém, não obtive respostas até o momento.

Agradeço e aguardo resposta.

Vicentônio Regis do Nascimento

vicentonio@bol.com.br

Maracaí - SP

(enviado em 22/00/05)
 


Graúna para Tambabeiros do V Encontro

Naturistas amigos,

 

Aqui no Amazonas a estiagem continua, rios secam, tudo volta a normalidade no começo de novembro(esperamos!). Próximo encontro do Graúna será 30 deste outubro. Saudades de Tambaba e de vcs.

 

ps em breve envio as fotos nossas na praia.

 

Jorge Bandeira

Manaus - AM

(enviado em 20/10/05)


Não é o nudismo um tanto sexual ?

A maioria das pessoas que visita uma praia ou clube naturista é surpreendida na primeira vez pela falta de sexualidade. Alguns esperam por uma atmosfera carregada de sexualidade, desde que geralmente vêem outros despidos em situações sexuais, tais como cenas do sexo nos filmes, em compartimentos e em despeito dos vídeos, da relação entre o nudismo e o sexualidade é arbitrária.

Nos tempos Vitoriano, ver os joelhos de uma mulher era muito mais sexual de modo que supunha de o que teria escondido. Nossos lábios, por exemplo, podem conter mais sexualidades do que nossas áreas genitais. Mas os povos expõem seus lábios sem causar excitações. Sugestivamente pessoas vestidas são mais excitantes do que pessoas completamente despidas. Pode ser mais sexual usar uma roupa de banho que esconda determinadas partes do corpo e enfatize outras que o nudismo explicita. A sexualidade é o maior dos erros conceptuais de encontro a que os naturistas devem lutar.

Como resultado, você pode encontrá-los um tanto suscetíveis com este assunto. Isto não significa que os naturistas vão de encontro a sexualidade. Acreditavam, como a maioria da sociedade, que é um momento e um lugar apropriado para ele. Também significa que não está incorreto encontrar uma pessoa atrativa, tanto quanto se esta despida ou vestida.

Frederico Gonzaga

sem indicação de cidade

Fredynu05@yahoo.com.br

(enviado em 15/10/05)
 


Nudismo naturalista

Acho maravilhoso, o nudismo naturalista. Quando eu era pequeno, meu pai sempre me levava em praia de nudismo, meu pai faleceu há 15 anos e nunca mais fui, pois a muitas dificuldades por ser ainda solteiro, mas espero logo a solução para isto.

Samuel

Governador valadares -MG

samuelbreguez@hotmail.com

(enviada em 12/10/05)
 


Olá, Pedro Ribeiro e Turma do Jornal OLHO NU

Somos frequentadores da Praia do Pinho em todos os carnavais, e so não vamos com maior frequência pela distância...mas procuramos estar em outros locais mais perto de Sampa, onde seja possível a prática do naturismo como gostamos... ou seja... exatamente como preconiza o Jornal OLHO NU.

É uma pena que o Brasil seja tão preconceituoso culturalmente com a pratica do naturismo... é so ver as matérias sérias que vocês colocam nas edições... com experiências de pessoas que as relatam quando em visita dentro e fora do Brasil...e comparar as duas situações...

Parabéns... vocês estão conseguindo trazer matérias muito interessantes, e CULTURALMENTE muito fortes... embora vocês possam ate não sentir esse aspecto.

Sugestão : divulguem o mais possível o Jornal Olho Nu através da Internet... quem sabe, um dia, nossas autoridades se dêem conta que o naturismo... "é natural"... e passem a ter ações mais condizentes com a nossa realidade turística.

Não desistam nunca.......estamos fazendo a maior torcida por vocês...

Mais uma vez...PARABÉNS

Luiz e Eli -

São Paulo - SP

(enviada em 6/10/05)


Praia Olho de Boi

Muito oportuno o artigo da edição de outubro, sobre o descaso que a Prefeitura de Búzios trata a tão famosa Ôlho de Boi, para os administradores municipais, nossas praias naturistas sempre foram tabu, a não ser quando servem de propaganda turística angariando louros para seus municípios. Mas quando chega a hora de cuidar das mesmas, todos se negam e viram suas costas com medo "o que vão falar ou pensar de mim".

O que me surpreendeu foi o escolhido para entrevista, Lancaster, citado como dono de barraca no local. Como freqüentador assíduo do Olho de Boi, posso garantir que os únicos donos de barraca naquela praia são o Pedro (de segunda a domingo, chova ou faça sol) e o Régis (mais nos finais de semana), que são os que realmente cuidam da Praia, e recebem o público de 1º vez com o citado folder de apresentação em português, espanhol e inglês, para facilitar a comunicação. Quanto ao Lancaster, as vêzes montava sua barraca apenas no período de verão, a qual só funcionava nos dias de sol e muito movimento (mais um lazer). No último verão, inclusive, cobriu uma grande área de vegetação nativa com areia e pedras, modificando de maneira anti-naturista o visual da praia.

Mais uma vez, vale ressaltar que se não fosse a ação do Pedro que trabalha em sua barraca o ano inteiro, inverno e verão e sendo respeitado por todos os banhistas, pescadores e passantes do local, com certeza o uso estritamente naturista daquela praia já não existiria.

Quanto ao comentário do Marcio Roosevelt, sobre o Olho de Boi, de que a praia fica deserta, é comentário de quem só vai lá um avez ou pouquíssimas vezes, pois é a única que conheço além do Pinho que apresenta freqüência de naturistas nos dias de semana inclusive nas segundas, pois sua freqüência mais forte é de turistas estrangeiros que preferem  ir nos dias úteis que nos finais de semana, quanto ao apoio dos barraqueiros aos "com roupa" não procede, pois são os mesmos que fazem valer as regras do naturismo no local.

Lembro que não estou causando polêmica, apenas passando outra idéia do lugar, visto que o freqüentamos desde antes da oficialização do praia.

Naturalmente

Airam Santos

Rio de Janeiro- RJ

(enviado em 5/10/05)

Jornal Olho nu - edição N°62 - novembro de 2005 - Ano VI


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