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Republicação e atualização das notícias apresentadas na seção Últimas Notícias de 5 de setembro a 4 de outubro de 2005

Corrida naturista no País Basco dia 17 de Setembro de 2005

 

O clube naturista ENE (Euskal Naturista Elkartea) organiza pelo sexto ano, a corrida naturista na praia de Sopelena, cidade da região de Bilbau, na Espanha.
 

Esta corrida será no sábado dia 17 de Setembro de 2005, as inscrições (gratuitas) fazem-se no próprio lugar a partir de 10h30 da manhã, distância a percorrer é de 5.000 metros, para correr nudez é a obrigatória, com ou sem sapato, a praia é de areia dura.

Todos os participantes que correm a totalidade da distância há pequenos presentes e para os três primeiros de cada categoria (homens, mulheres, veteranos + 40 anos, crianças - 14 anos), uma medalha e um ramo de flor. Os participantes sedem o seu direito à imagem, porque a prova e filmada por várias televisões e uma reportagem passa ao jornal da noite. Após a corrida uma refeição é organiza com os organizadores e os participantes, em fim de noite uma Exposição de todas as fotografias feitas durante a corrida.

informações: http://ene-naturismo.org/carrera/ing/index.jpg

(enviado em 16/09/05 por Pelados.com.br)


ciclista nu causa espanto em Barcelona

 

por Ismael Rodrigo*

 

Seu pedalar se viu interrompido pela intervenção de uma guarda a paisano do Corpo Nacional de Polícia. Alguém havia à polícia. Um homem passeava pela avenida Diagonal completamente nu sobre uma bicicleta. os agentes não necessitaram demasiados dados para identificar o sujeito. A diferença do que poderia ser habitual, desta vez a resenha emitida para a central de polícia nada se dizia sobre a cor das calças ou o tom da camisa ou camiseta. Os fatos aconteceram entre 14h30 e 15h de terça-feira, 30 de agosto.

 

O terraço do restaurante e bar José Luis estava repleta de clientes. O estabelecimento se encontra na esquina da rua Tusset com a Diagonal. os garçons iam e vinham atendendo os pedidos dos comensais. então, apareceu a figura do ciclista em pelo. Havia sido seguido discretamente por uns poucos metros por uma patrulha a paisano. todas as chamadas que se atendem no 091 têm que ser comprovadas.

 

A intervenção policial e nudez do ciclista fizeram com que a atenção se centrasse nesse episódio urbano tão pouco habitual. O ciclonudista levava uma pequena bolsa que pendia de seu colo e que por efeito da longitude de sua correia tampava ocasionalmente sua zona genital, segundo as lembranças de um dos garçons do restaurante, Berni, que foi testemunha dos fatos, sobre a sequência.

 

O homem que acabava de parara a polícia resultou ser Jacinto Ribas, presidente da Associação para a Defesa do Direito à Nudez. Em sua bolsa levava, além de sua documentação pessoal, toda uma série de papéis procedentes de documentos oficiais que supostamente avalizavam seu passeio em pelo. "Já rodei mais de 700 quilômetros com minha bicicleta pelo centro da cidade", assegura Ribas. Reconhece que é bastante comum que a Polícia, a Gurada Civil ou a Guarda Urbana o parem de vez em quando, mas, afirma, não podem fazer nada contra ele. O documento que funciona neste caso como um salvoconduto é um triptico da Assembléia de Barcelona garante que o nudismo "não está proibido", segundo este devoto da nudez.

 

os agentes e o ciclista estiveram uns 30 minutos lendo os papéis e elucidando o que se poderia fazer. Em nenhum momento desceu de sua bicicleta. Esse tempo foi mais do que suficiente para que os clientes do bar e passantes iniciassem uma improvisada discussão na qual uns defendiam Ribas e outros não. Alguém chegou a gritar "maluco" dirigindo-se ao desportista desvestido. "Houve uma par de pessoas que se alteraram um pouco. Mas eu não faço caso aos que me insultam. Um, inclusive, quis agarrar-me e eu lhe disse que falara com a polícia, relata Ribas.

 

Seja como for, os agentes nada puderam fazer. Os documentos davam a razão àquele que havia decidido luzir sua anatomia sobre duas rodas.

 

Quando alguns dos espectadores se deram conta de que Ribas continuaria com seu passeio naturista se encararam com os policiais. Não entenderam como podia o chamativo condutor do ciclo continuar sua marcha sem ser incomodado. os agentes responderam que a norma é que a atuação de Ribas não se caracterizava como algum tipo ilegal de exibicionismo que ferisse o Código Penal.

 

http://www.naturismo.org/revista/prensa.html


(enviado em 1/09/05 por Florencia B.)

Jornal Olho nu - edição N°61 - outubro de 2005 - Ano VI


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