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De Florência Brenner e Sir AlfredEscrito no ano de MMII Esta é uma pequena parte da teoria acerca do mito da cidade de Nudelot, tudo inspirado nas canções dos velhos menestréis e nos contos dos mendigos. Muito do que será lido aqui foi coletado de notas e documentos descobertos por Sir Archibald, que pesquisou de antigas ruínas, trabalho feito no começo do último século. A partir destas notas é que fizemos a reconstrução da vida, da História e da cultura dos cidadãos de Nudelot.
Os estudos do brasão e dos documentos de Nudelot que foram encontrados dentro da velha cripta inglesa fizeram com que os pesquisadores deduzissem que o primeiro vilarejo de Nudelot foi fundado por descendentes diretos de Adão, Eva e da Serpente, começando assim a sua História a ser registrada, embora não se possa determinar com exatidão esta data inicial.
Por muitas gerações o povo de Nudelot viveu sua vida na paz e no amor. Porém, com o passar do tempo isso se modificou. Na Idade Média eles foram forçados a criar uma defesa contra seus novos inimigos: “Os Homens Vestidos”. Estes recém-chegados usavam pesadas armaduras de ferro e queriam que os habitantes de Nudelot usassem roupas. Eles queriam obrigar os nudelotenses a acreditarem na doutrina do pecado original, declarando que adão e Eva eram pecadores. Por sua vez, os nudelotenses eram amigáveis, gentis e pessoas livres, e sempre perguntavam aos seus visitantes quando eles iriam tirar suas roupas para entrar na cidade. Eles demonstravam suas idéias nudistas de uma maneira muito ética, cordada e inocente, respeitando as opiniões contrárias às suas.
No reino de Nudelot havia um poderoso mágico chamado Merlin, que era o conselheiro real. Ele era famoso por suas mágicas e truques, que freqüentemente assustavam pessoas e animais. Floreyna era a Rainha que possuía uma pele alva como um fantasma, e tinha uma alma tão pura como um lençol branco. O Rei, seu marido, conhecido em Nudelot como Sir Alfred “O Caçador” a protegia de todos os perigos e também de furiosos dragões selvagens. Em conseqüência da revelação da Filosofia de vida de Nudelot, o sacerdote, os monges, freiras e demais habitantes da cidade vizinha de Camelot, se habituaram a ficar nus e nus nadavam nos rios que cortavam Camelot, onde todos juntos celebravam a paz e o amor, desfrutando da vida, do Sol e da natureza sem problema nenhum. Por fim, ao longo da História de Nudelot formou-se uma Igreja Nudista Dissidente, com seu líder, o Papa Nudo I (e único). Os monges e freiras nudistas desta Igreja fizeram o primeiro sacramento orando todos nus na floresta. Eles possuíam um santo padroeiro, São Germano, muito conhecido como artista, que era músico e pintor. Outro benfeitor da cidade era Ursus, “O Peregrino”, que divulgava a cultura de Nudelot através de suas viagens pelo mundo.
Tristemente, estava muito perto para que Nudelot conhecesse sua ruína. Por volta do ano de 1300dC o Papa Clemente II, obedecendo a ordens superiores do Rei Felipe da França, declarou que os nudelotenses eram todos hereges e os condenou pela Santa Inquisições a queimarem na fogueira dos pecadores, sendo que o primeiro a ser queimado vivo foi o Papa Nudo I, seguido por seu clero, incluindo todos os monges e freiras nudistas. Durante este triste e bárbaro episódio alguns nudelotenses conseguiram fugir da perseguição da Igreja e do Estado e chegaram, não se sabe como, até a América, onde passaram a viver com os indígenas, e continuam a ser perseguidos até hoje na velha Europa e na América.
Tradução livre de Jorge Bandeira do Amaral*. Manaus, 27 de agosto de 2005. |
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"Em 1995, nós (eu e meu marido Alfred) fomos passar nossas férias em Saint Martin, uma ilha francesa no Caribe. Quando nós vimos pessoas nuas, na praia do Orient, conversando, nadando e caminhando naturalmente, nós começamos a entender o corpo como uma coisa natural e tiramos nossas roupas. Nos sentimos livres e felizes e retornamos ao local nos três anos seguintes. Comecei a procurar informações sobre naturismo e nudismo e encontrei o site da FNI (Federação Naturista Internacional), onde eu li sobre a teoria do nudismo e os locais para a prática ao redor do mundo. Me inscrevi em diversos grupos virtuais de naturismo e fazia traduções de notas e notícias para eles. Fiz uma revista virtual "Bola internacional" que envio para eles." Texto e figuras originais retiradas do endereço http://edenwater.naturalchristian.com/v3i3/V3I3.htm |
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